Qual foi a ultima vez que você enviou ou recebeu uma carta?


Dia desses parei para pensar sobre como as pessoas deixaram de lado coisas singelas e ao mesmo tempo tocantes, como enviar uma carta para alguém especial, por exemplo. Já se perguntou qual foi a ultima vez que você enviou ou recebeu uma carta? Hoje em dia é muito mais comum ver as pessoas trocando mensagens, que muitas vezes, nem são respondidas, são ignoradas, são deixadas de lado.

Em terra de Whatsapp quem escreve e envia uma carta é rei. E foi pensando nisso que surgiu a ideia de enviar cartas com os meus textos para vocês que acompanham o blog. Quero resgatar a sensação de enviar e receber cartas, de proporcionar aquela sensação de ansiedade no outro de receber uma carta de amor na caixa dos correios em meio a tantas faturas de cartões de crédito. Enviarei um texto em forma de carta com minha assinatura e dedicatória para o seu endereço, mas em troca o que recebo?

Se você tiver interesse em receber uma carta escrita, autografada e dedicada por mim em casa, é só contribuir com o valor de R$ 10,00 para que eu possa arcar com os custos do envio das cartas, papel, envelopes e poder expandir esse projeto para que alcance mais pessoas. Garanto que a carta que você receberá será cheia de amor e carinho,  carregada de palavras que talvez você precise no momento.

Ah, e você pode destinar a carta para si ou para alguém especial, e eu trato de enviar. 

COMO SOLICITAR A SUA CARTA?
1. Basta efetuar o depósito (pagamento) no valor de R$ 10,00 na seguinte conta:
Banco Bradesco - Agencia: 1055-3 Conta (corrente): 0020709-8 A conta estará em nome do: GLEIBSON ALBUQUERQUE DE SIQUEIRA.
2. Feito o pagamento, envie o comprovante de pagamento juntamente com o seu nome e endereço completo para que eu possa dedicar a carta e enviá-la para o endereço correto.
Envie o comprovante de pagamento por e-mail: iandealbuquerque@outlook.com 
Ou através da página no facebook: https://www.facebook.com/pageiandealbuquerque

*As cartas serão enviadas a partir do dia 5 de março.





Seja a sua primeira opção sempre!


Amar a si mesmo é tão bom quanto amar alguém. Amar a si mesmo é entender que você não merece nada que não te transborde, é entender que se não for pra ser verdadeiro, melhor que não aconteça. Amar a si mesmo é enxergar que você merece sempre o melhor que uma pessoa possa te oferecer e por isso você não deve correr atrás de quem não te valoriza, insistir em quem só te despreza, ou ficar ao lado de alguém que parece nunca estar satisfeito com a tua presença. Amar a si mesmo sem perder a capacidade de amar alguém, é abrir todas as portas do peito mas permanecer atento com as pessoas que só entram pra bagunçar tudo e ir embora. Amar a si mesmo é recolher toda a bagunça que alguém te causou e entender que você deve ser a sua primeira opção sempre, é por você que você deve correr atrás quando se sentir perdida, é por você que você deve abraçar quando se sentir sem chão, é por você que você deve dar atenção quando alguém não de ter o carinho que você precisa. Amar a si mesmo é amar sem medo, é mergulhar no outro sem receio, mas ter a consciência de que no final das contas, jamais esquecer de si mesma porque você deve ser a primeira pessoa a cuidar de si mesma. Amar a si mesma é querer carinho do outro também, é querer estar junto, mas não depender disso.



O outro não pode ser a nossa primeira opção, não devemos nos colocarmos de lado. Sabe aquela sensação de quando alguém não se importa com o nossos sentimentos, nos ignora, não dá a mínima pra gente? É isso que acontece quando nos escanteamos por alguém. Se amar é poder amar o outro sem jamais esquecer de si mesmo.


Você não nasceu pra se arrastar aos pés de ninguém. Atenção é algo que não se implora, é algo que você dá e espera receber, tem que ser recíproco. Eu sei que dói quando a gente começa a enxergar a falta de reciprocidade em algo que um dia a gente acreditou. Mas às vezes precisamos encarar a realidade antes que ela nos encare de vez. Às vezes a gente precisa escolher o melhor caminho, se os caminhos da felicidade são inúmeros, a gente deve se abster de coisas que diminuem mais ainda a chance de alcançarmos a nossa felicidade.

A gente tem que ser a nossa primeira opção sempre. Nada de colocar os outros à frente de nós, porque nem sempre isso vai ser correspondido. Amar a si mesmo é se bastar na medida certa, e quando a gente se basta, sempre sobra amor pra bastar nos outros.

Quando a gente começa a se envolver.

Você fica, conhece a pessoa, gosta, se envolve, começa a sentir ciumes e um bocado de sentimentos estranhos e aí bate um medo danado né? Você não sabe o que fazer quando sente que um sentimento cresce desproporcionalmente dentro de você. Você não sabe se continua ou se foge. Quando menos percebe, você se pega stalkeando a vida daquela pessoa sem ter noção do tempo, acorda com vontade de falar com ela e só consegue dormir tranquilo quando sabe que ela está bem. É um negocio doido que começa a bagunçar lá dentro da gente, né? A gente não sabe o que essa bagunça vai causar no final das contas e é essa incerteza que faz a gente querer correr pra longe, sumir, desaparecer.
Quando você menos percebe, a saudade bate na porta pra te tirar o sono, você lembra daquela pessoa a todo momento e quanto mais tenta tirá-la da cabeça, mais ela parece se multiplicar como um vírus. O sorriso daquela pessoa se torna o remédio pros teus dias ruins, você passa a querer estar junto, a sentir necessidade de ver, ouvir, conversar. Você começa a construir expectativas e é exatamente aí que mora o perigo. Você começa a sentir que precisa ter noticias daquela pessoa porque de alguma forma, o silêncio e a distância incomoda. Quando o outro simplesmente some, isso te confunde. Quando o outro se ausenta, isso te machuca como uma adaga cravando no teu peito. Quando o outro simplesmente não consegue superar as tuas expectativas, até mesmo aquelas mínimas expectativas como uma mensagem de ”Bom dia”, ”Quero te ver”, ”Tô com saudade de você”, as coisas começam a desmoronar aos poucos.

Você espera que o outro te faça bem e não tem nada de mal esperar isso de alguém. Mas nem todo mundo vai agir como a gente espera, sabe? Paciência! Você não sabe se permanece ou se pula fora. A maioria das pessoas escolhem fugir por medo de se envolver. Eu já escolhi fugir mesmo que a minha vontade fosse de me envolver ainda mais. Eu já fui embora por medo, sabe? Por medo do que o outro pudesse fazer com os meus sentimentos, por medo de sair da areia e acabar me afogando, medo de que eu me perdesse pra tentar encontrar alguém e depois esse alguém fugisse de mim – e foi por isso que eu fugir antes.
Mas confesso, se o outro soubesse o quanto eu queria ficar, ele jamais deixaria eu ir. Quando eu disse: "acho melhor a gente parar por aqui", eu queria na verdade ter dito: "Eu tô com medo disso que tô sentindo". Só queria que o outro fosse abrigo pra eu entrar e sair de lá só quando todo o medo fosse embora.